terça-feira, 6 de novembro de 2012

Abraçando a morte

 Ele tinha braços fortes marcados por grandes musculos, e os seus pensamentos eram pervesos e irreulares, todos os seus atos eram corrosíveis, pos tudo que ele tocava era reduziso a pó, graças ao seu grande poder. 
 Sentia-se tão sozinho, -pobre coitado! tudo o que queria era um amigo que o compreendesse, na vedade o que queria mesmo era amar novamente.Mas um amor doce que acabace com toda a sua amargura. 
 Só que a única pessoa que conhecia acabara de matar da forma mais covarde. Fora amaldiçoado  quando criança : de que quando provasse do verdadeiro amor, a sua amada morreria.
 Agora ele estava no penhasco pronto para se joga, olhou para baixo e viu sua amada, abrio os braços e abraçou a morte.

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